Uma frase mal formulada no impulso de nossas emoções nos faz perder a oportunidade de perceber o bem de um profundo silêncio.
Estar quieto não é ser submisso, é tentar enxergar, perceber tudo ao seu redor, ter a consciência de que o olhar às vezes expressa mais que as palavras.
Serenidade, momento de segurança, saber que o que foi dito não pode ser apagado, procurar os porquês, os quais, os poréns, e até os afins, não saber se manter em si é fraquejar.
Diante da ira, diante da dor, ser livre e saber o momento voar, libertar-se, compreender além da raiva e da razão, palavras saindo da boca em momentos impróprios são espinhos perfurando sentimentos e deixando uma ferida que não cicatriza.
Ouvir-se dizer aquilo que proclama a outros libera o sentido, o alerta do que está por vir, não ser escravo da nossa própria vontade em momentos delicados nos diferencia de sermos amados ou amáveis.
O mundo está cheio de verdades que não precisam ser ditas, cheios de palavrões e provocações vindos de quem a gente ama e respeita, o silêncio mostra tudo que não vemos no escuro.
A pluralidade em extasiar emoções comprimidas dentro de nós nos torna prisioneiros de um estopim que vira chama ao sinal de qualquer discussão, qualquer injúria, qualquer gesto que para quem é a pólvora disso tudo não possa suportar.
Coisas que não levam a nada, momentos que não valem nada, sensações que afloram por nada, nascidos de um vulcão em erupção não se controlam em nada!
Silenciar-se, observar-se, estar a frente do que vai acontecer e anteceder-se ao esporro mudo de quem só precisa olhar para mostrar o que sente, saber ir além do que se vê.
Nem todos sabem a dor que sentem e exalam emoções contrárias ao que realmente gostariam de sentir...
Seja o silêncio e não a inquietude.
Bons Ventos!!
Tchau.
Autor: Zélio Marulo Jr.
Estar quieto não é ser submisso, é tentar enxergar, perceber tudo ao seu redor, ter a consciência de que o olhar às vezes expressa mais que as palavras.
Serenidade, momento de segurança, saber que o que foi dito não pode ser apagado, procurar os porquês, os quais, os poréns, e até os afins, não saber se manter em si é fraquejar.
Diante da ira, diante da dor, ser livre e saber o momento voar, libertar-se, compreender além da raiva e da razão, palavras saindo da boca em momentos impróprios são espinhos perfurando sentimentos e deixando uma ferida que não cicatriza.
Ouvir-se dizer aquilo que proclama a outros libera o sentido, o alerta do que está por vir, não ser escravo da nossa própria vontade em momentos delicados nos diferencia de sermos amados ou amáveis.
O mundo está cheio de verdades que não precisam ser ditas, cheios de palavrões e provocações vindos de quem a gente ama e respeita, o silêncio mostra tudo que não vemos no escuro.
A pluralidade em extasiar emoções comprimidas dentro de nós nos torna prisioneiros de um estopim que vira chama ao sinal de qualquer discussão, qualquer injúria, qualquer gesto que para quem é a pólvora disso tudo não possa suportar.
Coisas que não levam a nada, momentos que não valem nada, sensações que afloram por nada, nascidos de um vulcão em erupção não se controlam em nada!
Silenciar-se, observar-se, estar a frente do que vai acontecer e anteceder-se ao esporro mudo de quem só precisa olhar para mostrar o que sente, saber ir além do que se vê.
Nem todos sabem a dor que sentem e exalam emoções contrárias ao que realmente gostariam de sentir...
Seja o silêncio e não a inquietude.
Bons Ventos!!
Tchau.
Autor: Zélio Marulo Jr.


